
Em comunicado distribuído aos meios de comunicação no final da tarde desta sexta-feira (20), a Ream (Refinaria da Amazônia) apresenta uma série de argumentos para rebater as críticas que tem sofrido nos últimos dias em função do aumento dos preços dos combustíveis. A empresa informa que o aumento ocorre por uma série de fatores, e explica a participação dela no mercado de refino, distribuição de combustíveis no Estado do Amazonas e na região Norte.
De acordo com a Ream, a guerra no Oriente Médio promovida pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, provocou escassez de petróleo e combustíveis, o que resultou no aumento de preços, mas ressalva que “não atua de forma isolada no abastecimento e nem na formação de preços dos combustíveis na região.”
“A REAM vende aos distribuidores de combustíveis cerca de 30% do volume comercializado pelos postos do Estado do Amazonas e 5% do volume comercializado pelos postos da região Norte, sendo o restante suprido por múltiplos agentes que operam na região, incluindo Petrobras, importadores e operadores logísticos”, diz o comunicado.
Sobre as críticas a respeito do baixo grau de refino de petróleo na refinaria adquirida pelo Grupo Atem em 2022, a empresa informa que a mesma está em operação, mas não produz diretamente gasolina e diesel rodoviário.
De acordo com técnicos da refinaria, o petróleo comprado da Petrobras extraído da base petrolífera de Urucu, em Coari, não é adequado para produzir a gasolina utilizada em automóveis, motivo pelo qual grande parte do combustível e insumos são importados.
Confira abaixo o comunicado:



