Prefeitura de Manaus sanciona subsídio de até R$ 3 milhões mensais para o transporte alternativo e executivo

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Manaus sancionou a lei que autoriza o repasse de até R$ 3 milhões por mês para custear subsídios tarifários destinados ao Serviço de Transporte Complementar (os conhecidos “amarelinhos”) e ao Transporte Executivo. A medida visa equilibrar as planilhas de custos das categorias, conter reajustes na tarifa paga pelos passageiros e garantir a continuidade das rotas que atendem bairros periféricos e zonas periféricas da capital amazonense.

Principais Pontos da Medida

  • Teto Orçamentário: O montante financeiro autorizado prevê repasses de até R$ 3 milhões por mês, condicionados à disponibilidade orçamentária do município e à prestação de contas dos operadores.
  • Público Atendido: Permissionários cadastrados e regularizados nas modalidades Alternativo (“amarelinhos”) e Executivo sob gestão do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU).
  • Objetivo Imediato: Amortizar a defasagem provocada pela alta de insumos operacionais (combustíveis, pneus e manutenção mecânica) sem repassar os custos diretamente ao bolso do usuário final.
  • Fiscalização e Repasse: A liberação dos recursos fica sujeita ao cumprimento de critérios técnicos, como quilometragem rodada, regularidade de itinerários, cumprimento de frotas mínimas e uso do sistema de bilhetagem eletrônica.

Impactos no Transporte Coletivo

CategoriaFunção na RedeImpacto Esperado
Alternativo (“Amarelinhos”)Ligação direta entre bairros da Zona Leste/Norte e centros comerciaisMaior oferta de viagens nos horários de pico e renovação gradual da frota
ExecutivoLinhas ponto a ponto com ar-condicionadoManutenção das rotas ativas e redução do risco de paralisações por falta de caixa
PassageiroUsuário diário das linhas alimentadoras e troncaisEstabilidade na tarifa e menor intervalo de espera nos pontos

A eficácia do repasse dependerá do cronograma de desembolso da Secretaria Municipal de Finanças (Semef) e do monitoramento contínuo das rotas pelo IMMU, que precisará cruzar os dados de bilhetagem para assegurar que o dinheiro público se traduza em melhoria efetiva na pontualidade e segurança dos veículos.

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