Balanço conjunto de ministérios e órgãos ambientais aponta redução nos registros de fogo após intensificação de brigadistas e aeronaves no estado.

O governo federal informou ter atuado diretamente na contenção e extinção de 338 incêndios florestais no Amazonas durante as operações integradas de combate ao fogo na região. Paralelamente às ações em campo, dados de monitoramento via satélite apontam uma tendência de queda nos focos de calor detectados no estado nas últimas semanas.
A força-tarefa reúne equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além do apoio logístico e operacional das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança Pública.
Mobilização operacional e combate direto
Para conter o avanço das chamas, que vinham gerando episódios severos de fumaça na capital e em municípios do interior, a operação intensificou o emprego de recursos táticos:
- Efetivo em campo: Centenas de brigadistas federais atuando no combate direto em solo, com foco prioritário em Unidades de Conservação federais e terras indígenas.
- Apoio aéreo: Emprego de helicópteros e aviões adaptados para despejo contínuo de água sobre copas de árvores e focos de difícil acesso por terra.
- Fiscalização e apreensões: Equipes de fiscalização ambiental continuam aplicando autos de infração e embargando áreas onde o fogo foi utilizado de forma criminosa para limpeza de pastagens e desmatamento ilegal.
Queda nos focos de calor
De acordo com os relatórios das agências de monitoramento climático e ambiental, a combinação das ações de resposta rápida com chuvas isoladas registradas em partes da bacia amazônica contribuiu para a desaceleração das queimadas:
| Indicador | Situação / Resultado |
| Incêndios extintos | 338 ocorrências combatidas pelas frentes federais |
| Tendência de focos | Redução progressiva nos alertas de calor por satélite |
| Áreas prioritárias | Sul do Amazonas, entorno da BR-319 e região metropolitana |
Apesar dos números positivos na retração dos focos, os órgãos ambientais destacam que o estado de alerta permanece. O monitoramento segue contínuo para evitar reignições de focos subterrâneos e combater novas queimadas irregulares enquanto persistirem trechos com solo ressecado no estado.

