
Um paciente internado em estado grave foi executado a tiros dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital público no interior do Amazonas. A invasão ocorreu de forma coordenada, quando um grupo armado rendeu a equipe de vigilância da portaria, acessou as alas restritas da unidade de saúde e disparou contra o alvo, fugindo logo em seguida sem deixar feridos entre os profissionais de plantão.
O crime provocou pânico generalizado entre pacientes, acompanhantes, médicos e enfermeiros, expondo a vulnerabilidade da segurança física nas unidades hospitalares do estado.
Dinâmica da ação criminosa
De acordo com relatos preliminares repassados às autoridades policiais, a investida dos criminosos durou poucos minutos e seguiu um roteiro premeditado:
- Rendimento da portaria: Os suspeitos chegaram armados, renderam porteiros e vigilantes desarmados na entrada principal e exigiram a indicação exata do leito onde o paciente estava internado.
- Acesso à ala vermelha: Ignorando os protocolos de isolamento biológico e as barreiras físicas da UTI, os atiradores invadiram a sala e efetuaram múltiplos disparos contra a vítima, que estava intubada e sob monitoramento contínuo.
- Fuga estratégica: Após consumarem o homicídio, os criminosos deixaram o local a pé até um ponto de apoio próximo, onde veículos ou motocicletas teriam sido usados para a evasão por rotas vicinais ou fluviais.
Linhas de apuração e medidas imediatas
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) instaurou inquérito para apurar a motivação do assassinato, enquanto a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) e as forças de segurança atuam em conjunto para reforçar o policiamento nas instalações:


