O total de pessoas que trabalham por aplicativos no Brasil atingiu quase 2 milhões em 2025, impulsionado pelo transporte e entregas.

O total de pessoas que trabalham por aplicativos no Brasil atingiu quase 2 milhões em 2025, impulsionado pelo transporte e entregas.
Cerca de 2 milhões de pessoas trabalham por meio de aplicativos no Brasil, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento da Pnad Contínua aponta que esse contingente representa 1,9% da população ocupada do país.
Transporte e entregas concentram maioria dos trabalhadores
A maior parte dos profissionais que atuam em plataformas digitais está concentrada nos serviços de transporte individual de passageiros e entregas de mercadorias. Do total levantado, mais de 57% atuam como motoristas de viagens e quase 30% operam em entregas de refeições ou encomendas.
A pesquisa do IBGE também aponta uma forte predominância masculina no setor, com os homens representando mais de 84% dessa mão de obra. Na divisão geográfica, a Região Sudeste registra a maior fatia proporcional de trabalhadores plataformizados, enquanto o Norte e o Sul figuram com índices menores.
Jornada extensa e baixa cobertura do INSS
Os profissionais que têm os aplicativos como ocupação principal enfrentam jornadas semanais mais longas do que a média dos trabalhadores do setor privado. De acordo com os dados oficiais, a carga de trabalho chega a 44,7 horas semanais, superando em mais de cinco horas o padrão dos não plataformizados.
A desproteção previdenciária continua como um dos principais gargalos estruturais da categoria no território nacional. Apenas 34% dos trabalhadores que usam os aplicativos como fonte primária de renda recolhem contribuição para a Previdência Social, contra 63% dos demais ocupados no setor privado.
O total de pessoas que trabalham por aplicativos no Brasil atingiu quase 2 milhões em 2025, impulsionado pelo transporte e entregas.
Cerca de 2 milhões de pessoas trabalham por meio de aplicativos no Brasil, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento da Pnad Contínua aponta que esse contingente representa 1,9% da população ocupada do país.
Transporte e entregas concentram maioria dos trabalhadores
A maior parte dos profissionais que atuam em plataformas digitais está concentrada nos serviços de transporte individual de passageiros e entregas de mercadorias. Do total levantado, mais de 57% atuam como motoristas de viagens e quase 30% operam em entregas de refeições ou encomendas.
A pesquisa do IBGE também aponta uma forte predominância masculina no setor, com os homens representando mais de 84% dessa mão de obra. Na divisão geográfica, a Região Sudeste registra a maior fatia proporcional de trabalhadores plataformizados, enquanto o Norte e o Sul figuram com índices menores.
Jornada extensa e baixa cobertura do INSS
Os profissionais que têm os aplicativos como ocupação principal enfrentam jornadas semanais mais longas do que a média dos trabalhadores do setor privado. De acordo com os dados oficiais, a carga de trabalho chega a 44,7 horas semanais, superando em mais de cinco horas o padrão dos não plataformizados.
A desproteção previdenciária continua como um dos principais gargalos estruturais da categoria no território nacional. Apenas 34% dos trabalhadores que usam os aplicativos como fonte primária de renda recolhem contribuição para a Previdência Social, contra 63% dos demais ocupados no setor privado.


