Dois homens são presos por ataque a capitão em Manaus

A Polícia Militar prendeu dois homens suspeitos de envolvimento no ataque a capitão da PM no bairro Novo Israel, em Manaus.

Foto: Reprodução

Dois homens foram presos na noite de quinta-feira (3) suspeitos de envolvimento no ataque a capitão da PM em Manaus. A ação policial ocorreu horas após o oficial Israel Queiroz ser atingido por disparo de arma de fogo na perna durante preparativos para um evento político no bairro Novo Israel, zona Norte da capital.

Apreensão de armas e localização dos suspeitos

A captura foi realizada por guarnições da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) após o rastreamento da placa da motocicleta utilizada na fuga. Os agentes localizaram a dupla em um imóvel na zona Norte em posse de três pistolas, munições e porções de entorpecentes.

Os suspeitos foram conduzidos a uma delegacia da Polícia Civil para a formalização do flagrante por tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. O armamento apreendido passará por perícia balística para confrontação com os projéteis recolhidos no local do crime.

Estado de saúde do oficial da PM

O capitão Israel Queiroz foi socorrido imediatamente após os disparos e encaminhado a uma unidade hospitalar da capital amazonense. De acordo com informações médicas e institucionais da corporação, o policial permaneceu em observação clínica e não corre risco de morte.

No momento dos tiros, o militar coordenava medidas preventivas de segurança no perímetro onde ocorreria um ato político de campanha. Testemunhas relataram que a aproximação dos atiradores ocorreu de maneira rápida a bordo de uma motocicleta, efetuando múltiplos disparos em direção à equipe.

Investigação sobre ordens do crime organizado

A Polícia Civil do Amazonas abriu inquérito formal para esclarecer as motivações do crime e apurar se o ataque partiu de facções criminosas que atuam no narcotráfico local. Em depoimentos preliminares, investiga-se se os suspeitos receberam ordens externas para coagir a realização de reuniões públicas na região.

As forças de segurança do Estado reforçaram o patrulhamento ostensivo nos bairros da zona Norte para garantir a tranquilidade de moradores e trabalhadores. O inquérito busca identificar possíveis mandantes ou outros participantes que tenham prestado apoio logístico à emboscada.

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