
Pelo menos 28 pessoas morreram, a maioria crianças e professores, após o desabamento do telhado de uma escola no Paquistão. Dezenas de outras vítimas foram resgatadas com ferimentos graves e levadas a hospitais da região, enquanto equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes sob os escombros de concreto e alvenaria.
O colapso ocorreu durante o período de aulas, quando as salas estavam lotadas. O peso da estrutura cedeu de forma abrupta, sem que os ocupantes tivessem tempo para evacuar o edifício.
Operação de emergência e resgate
Equipes de socorro locais, com o apoio de voluntários e moradores vizinhos, mobilizaram maquinário pesado e ferramentas manuais para remover as lajes de concreto:
- Atendimento hospitalar: Hospitais distritais declararam estado de emergência para receber os feridos, muitos com fraturas múltiplas e traumas cranianos decorrentes do impacto da estrutura.
- Mobilização local: Moradores das redondezas foram os primeiros a prestar auxílio, retirando pedras e entulho com as próprias mãos antes da chegada dos serviços especializados.
- Busca por desaparecidos: Cães farejadores e equipamentos acústicos foram acionados para localizar sinais vitais sob as camadas mais densas dos escombros.
Causas sob investigação e infraestrutura precária
Autoridades provinciais abriram um inquérito formal para apurar a responsabilidade técnica e legal pelo desastre. Entre os principais fatores sob apuração preliminar destacam-se:
- Desgaste estrutural: Trata-se de uma edificação antiga que apresentava sinais prévios de infiltração e deterioração da armadura metálica.
- Impacto meteorológico: Chuvas intensas que atingiram o país nas últimas semanas podem ter encharcado a cobertura, sobrecarregando a capacidade de sustentação das vigas.
- Falta de vistorias técnicas: Falhas na fiscalização periódica de prédios públicos e uso de materiais de baixa qualidade durante reformas anteriores são apontados por engenheiros locais como problemas recorrentes na infraestrutura escolar da região.
Representantes do governo decretaram luto oficial e prometeram compensações financeiras às famílias enlutadas, além de uma força-tarefa emergencial para inspecionar outros estabelecimentos de ensino com risco estrutural iminente.


